Livros | Os canibais estão na sala de jantar

Os canibais estão na sala de jantar Em Os canibais estão na sala de jantar, Arnaldo Jabor aborda, com sua linguagem peculiar, temas como - a crise é sempre culpa do outro; - ninguém quer partilhar a crise; - a crise provoca ciúmes; - a crise é um latifúndio improdutivo que ninguém quer dividir; - a crise pode ser uma atração turística, uma marca nacional; - a crise demanda mais crise, como a heroína; - a crise preenche nossas vidas; - a crise é uma minissérie da Globo; - já há um certo carinho moderno pela crise; - o dia em que a crise for embora, o que faremos? Teremos então um intenso tédio conjugal pela Pátria.

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Livros

Sanduíches de realidade - Livro de Arnaldo Jabor
Sanduíches de realidade
"Um almoço nu é natural para nós, que comemos sanduíches de realidade. Mas, as alegorias têm alfaces demais. Não esconda sua loucura." (Allen Ginsberg) Arnaldo Jabor resolveu passar toda a sua lúcida loucura em pratos limpos. Daí resultaram as finas iguarias sobre um país c
Amor é prosa, sexo é poesia - Livro de Arnaldo Jabor
Amor é prosa, sexo é poesia
Os textos de Arnaldo Jabor têm o poder de despertar, inquietar, polemizar. Ácidos, líricos, deliciosamente vorazes, estão sempre sintonizados com os assuntos que mexem com a vida dos brasileiros e brasileiras. ’Amor é prosa, sexo é poesia’ reúne suas melhores crônicas sobre nossas o

Filmes

A Suprema Felicidade - Filme de Arnaldo Jabor
A Suprema Felicidade
Rio de Janeiro, 1945. O garoto Paulo, de 8 anos, assiste ao lado dos pais, Marco (Dan Stulbach) e Sofia (Mariana Lima), os festejos pelo fim da 2ª Guerra Mundial. Seu melhor amigo é Cabeção, com quem compartilha a rua e o colégio jesuíta em que estuda. Já na juventude, Paulo precisa lidar com a frustr
Toda nudez será castigada - Filme de Arnaldo Jabor
Toda nudez será castigada
Toda Nudez Será Castigada é um filme brasileiro lançado em dezembro de 1972, dirigido por Arnaldo Jabor, e produzido pela Produções Cinematográficas Roberto Farias, baseado na peça de teatro homônima de Nelson Rodrigues. O filme teve um público de 1.737.151 espectadores, sendo o quarto
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